Meus dedos escorrem para o peito,Tem algo morrendo ali,
Alguma coisa pulsa frenéticamente;
Arritimada pelo desespero.
Quando me deito;
Quando acordo;
Quando perambulo;
Quando me sinto vazia;
Quando a alma pede um pouco mais de esperança;
Te vejo com os olhos da mente.
Os anos pisam em meu sonho,
Minha razão, foi suganda por um buraco negro,
De mãos dadas com a minha lucidez.
By: Fernanda L. Venâncio